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em 15/04/2015

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Eima está entre as empresas brasileiras que só comercializam fios e cabos elétricos de acordo com a lei


Por si só, os números assustam. Levantamento feito pela Associação Brasileira pela Qualidade de Fios e Cabos Elétricos mostra que 71% dos fabricantes estão em desacordo com as normas do setor. Essa avaliação é lamentável porque coloca em xeque a seriedade do mercado.


Felizmente, a EIMA está entre a reduzida fatia dos 29% que só comercializam produtos devidamente aprovados pela legislação. É o compromisso da transparência e da legalidade que rege a conduta da empresa que, em 25 anos de atuação, se tornou uma referência no mercado.


Quem acompanha o setor elétrico sabe que, desde dezembro de 2014, os fabricantes de fios e cabos estão obrigados a produzir de acordo com a Portaria nº 640, publicada pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). Na verdade, as novas exigências prevalecem sobre onze famílias de produtos, no entanto, enquanto a rede varejista se adapta à nova legislação, apenas dois tipos do segmento de fios e cabos elétricos precisam apresentar a certificação compulsória do Inmetro: condutores isolados com PVC, sem cobertura, para instalações fixas e tensões nominais até 450/470 V; e os cabos e cordões flexíveis para tensões até 750 V, especificados pela norma ABNT NBR 13249:2000. 


Especialistas demonstram receio diante dessa exigência parcial, já que havendo apenas dois tipos de materiais com certificação, fica difícil encontrar fios e cabos elétricos em conformidade no país. Diretores da Associação Brasileira pela Qualidade de Fios e Cabos Elétricos são os primeiros a se manifestar.


Um exemplo é o secretário-executivo da entidade, Maurício Sant’Ana. Ele diz que o fato de existirem muitos produtos que obtiveram certificação, mas não estão em acordo com as normas, demonstra que os organismos certificadores “precisam ser mais sérios”, já que realizam auditorias nas fábricas para verificar a qualidade dos produtos fabricados a cada seis meses e, mesmo assim, ainda chancelam equipamentos que não estão em conformidade.


Ele lamenta também a falta de infraestrutura dos Institutos de Pesos e Medidas (IPEM) estaduais, que deveriam fiscalizar a qualidade, mas não dão conta. Resta ao consumidor, portanto, assumir uma postura mais exigente adquirindo apenas produtos que ele pode confiar.

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