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em 14/08/2013

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Filho de fundador da EIMA é bronze na Worldskills


Em uma competição dominada pelos participantes das nações de olhos puxados, o Brasil conquistou 12 medalhas no WorldSkills, o principal torneio mundial de educação profissional. O país encerrou a disputa em sexto lugar, atrás da Coreia do Sul, Suíça, Áustria, Taiwan e Irã. Ao todo, os alunos brasileiros obtiveram quatro medalhas de ouro, cinco de prata e três de bronze. A quantidade de medalhas deu recorde para o Brasil na 43ª edição do torneio, mas a colocação no ranking geral foi pior que na edição anterior, quando o país encerrou na segunda posição. 


A lista de profissões em disputa incluiu desde webdesigner e mecatrônica até cabeleireiro e serviços de restaurante. A delegação brasileira em Leipzig, na Alemanha, era toda formada por alunos do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac). Os 41 competidores foram preparados em unidades das instituições do Sistema S. Dos nove participantes de Minas Gerais no evento, dois conquistaram medalhas – Caíque Ferreira de Faria, do curso de eletricidade industrial, e Nagella Araújo, da área de vitrinismo.


A história de Caíque Faria, de 19 anos, sintetiza o esforço dos jovens competidores. Saído de uma escola pública, o sonho dele era conquistar objetivos maiores que os do pai, também profissional do ramo de eletricidade. A oportunidade de conciliar os estudos com o aprendizado de uma profissão no Senai contribuiu. A meta, agora, é iniciar o curso de engenharia elétrica e ajudar na empresa da família. "Aprendi o ofício com ele, que me incentivava", diz.


A competição se estendeu pelos últimos cinco dias, mas o treinamento dos alunos durou três anos. Os melhores alunos são selecionados para o torneio estadual e os vencedores vão para a Olimpíada do Conhecimento, evento considerado a etapa nacional do WorldSkills. Muitos dos jovens, inclusive, deixam a faculdade e recusam trabalho para se dedicar às aulas. 


No Brasil, dono da terceira maior delegação do evento, que pelo porte se compara aos Jogos Olímpicos, o Senai e o Senac disponibilizam psicPologos para acompanhar os competidores do WorldSkills. A mineira Gabriela Rabelo Freitas Melo, de 21 anos, além das aulas de gastronomia, sentou-se no divã para se preparar emocionalmente. "O acompanhamento psicológico é dado para avaliar como vamos reagir diante de cada situação", explica a jovem competidora de gastronomia.

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